Os 50 melhores álbuns nacionais de 2025
- Michele Costa

- 19 de dez. de 2025
- 12 min de leitura
Foi um ano especialmente criativo para a música brasileira. Em 2025, artistas de diferentes regiões e estilos exploraram novas sonoridades, revisitaram tradições e mostraram maturidade artística. A lista dos 50 melhores álbuns nacionais de 2025 reflete essa diversidade: vai do pop ao experimental, do samba ao rap, do rock às misturas mais inesperadas. São discos para todos os gostos, que comprovam a vitalidade e a inovação da cena musical do país.
Nos vemos em 2026. Boas festas.
50 melhores álbuns nacionais de 2025

Arnaldo Antunes - Novo Mundo
Depois de álbum tão intimista e minimalista com Vitor Araújo - (2021) -, Arnaldo Antunes retorna à música com banda e músicas dançantes e explosivas. Com produção de Pupillo, o álbum marca uma guinada sonora em sua carreira, combinando arranjos vibrantes de rock, eletrônico e MPB com letras que refletem sobre o mundo contemporâneo — entre críticas sociais, lirismo afetivo e celebração do cotidiano.
Gaby Amarantos - Rock Doido
Quinto álbum de Gaby Amarantos é uma celebração energética da cultura paraense e das festas de aparelhagem de Belém. Com 22 faixas curtas e interligadas, o disco mistura tecnobrega, brega-funk, ritmos latinos e sonoridades eletrônicas para recriar a vibração das festas de rua em um fluxo contínuo que convida à dança.
Jadsa - Big Buraco
O segundo álbum de Jadsa é um disco de MPB pop vibrante que mistura influências de soul vintage, samba, reggae e hip-hop em arranjos orgânicos e envolventes. O trabalho reflete sensações, afetos e paradoxos do Brasil contemporâneo, convidando o ouvinte a uma experiência musical intensa e variada.
YMA - Sentimental Palace
Em seu segundo álbum, Yma transforma o inconsciente em arquitetura e a emoção em um espaço habitável. Em 11 faixas com arranjos de sopros, eletrônica e pop experimental, o disco mistura intimidade e atmosfera cinematográfica, explorando relações amorosas, feminilidade, saúde mental e reflexões contemporâneas.
Catto - Caminhos Selvagens
Após encarnar com intensidade a obra de Gal Costa, Catto retorna em uma nova fase com Caminhos Selvagens, disco guiado por pulsões e desejos, marcado por letras confessionais que expõem dores com honestidade brutal.
Luedji Luna - Antes que a Terra Acabe
O último álbum de Luedji Luna explora com honestidade e intensidade as contradições, desejos e sombras da experiência amorosa humana. Navegando por sons que vão do lo-fi à bossa nova, afrobeat e jazz, o disco mescla lirismo profundo com uma energia mais terrena e vibrante, refletindo sobre amor, prazer e imperfeição em uma jornada sonora envolvente.
João Gomes, Jota.pê e Mestrinho - Dominguinho
Três músicos diferentes se uniram para celebrar o encontro criando uma sonoridade acolhedora perfeita para ouvir com calma.
Alaíde Costa - Uma Estrela para Dalva
Alaíde Costa presta um tributo elegante à cantora Dalva de Oliveira, ícone do rádio e da música brasileira, com interpretações delicadas de clássicos que marcaram época. Com arranjos voltados para piano e violão e participações de grandes nomes da música, o disco celebra legado e emoção em uma sonoridade que conecta gerações.
Teago Oliveira - Canções do Velho Mundo
Gravado no home studio, o disco é um trabalho em que o artista mistura MPB, folk, indie e soft rock com arranjos analógicos e letras que convidam à reflexão sobre memória, amor, tempo e presença no mundo. O disco, gravado de forma independente, evoca um "velho mundo" como estado de espírito - desacelerado e atento - em canções que equilibram melancolia doce e esperança. Leia as impressões aqui.
Gabriel Ventura - Pra me Lembrar de Insistir (Balaclava)
O segundo álbum de Gabriel Ventura equilibra poesia, delicadeza e introspecção com arranjos que misturam violão, percussão e influências experimentais. O trabalho reflete sobre amor, persistência e o ato de continuar criando, com canções que convidam à atenção e ao sentimento.
Sophia Chablau e Felipe Vaqueiro - Handycam
Gravado como se fosse uma câmera na mão, Handycam é direto, humano e sem artifícios. Misturando rock, indie e experimentações, o disco trata de temas como amor, política, juventude e luto com uma sonoridade crua e próxima do ouvido, destacando a autenticidade e o olhar íntimo dos dois compositores.
Urias - Carranca
Inspirado na figura simbólica da carranca - que representa proteção e força - o disco de 14 faixas cria uma jornada musical rica em brasilidade e identidade afro-brasileira, marcando uma nova fase da artista ao explorar ancestralidade, liberdade e resistência.
Pelados - Contato
Misturando humor, ironia e experimentação sonora, as faixas foram criadas como se fossem mensagens para o espaço - colagens de pop, rock e referências cotidianas com letras criativas e um espírito irreverente que reflete o cotidiano moderno com leveza e inventividade.
Papatinho - MPC (Música Popular Carioca)
Papatinho resgata e reinventa as raízes do funk carioca ao unir ícones dos bailes dos anos 90 com a nova geração em colaborações vibrantes. Com batidas inspiradas no Miami bass e participações de artistas como Anitta, MC Cabelinho e MC Marcinho, o disco celebra a tradição e a contemporaneidade do movimento urbano carioca em uma experiência sonora pulsante e inclusiva.
Riachão - Onde Eu Cheguei, Está Chegado
Álbum póstumo do mestre do samba baiano, Onde Eu Cheguei, Está Chegado reúne 10 canções inéditas com sua voz gravada antes de sua morte e interpretações de grandes nomes da música brasileira. Com participações de artistas como Criolo, Martinho da Vila, Teresa Cristina e seu neto Taian, o disco celebra a memória, a alegria e a tradição do samba com um espírito coletivo e afetuoso.
Arrigo Barnabé & Banda Sabor de Veneno - Ao Vivo no Sesc 1980
Álbum histórico que traz a gravação remasterizada de um show realizado no Sesc que antecipava o repertório que daria origem ao clássico Clara Crocodilo.
BaianaSystem - O Mundo dá Voltas
Disco olaborativo que reúne 13 faixas e uma série de participações de artistas que contribuem para aumentar a potência do grupo. O trabalho mistura ritmos brasileiros e influências contemporâneas em uma jornada sonora que celebra pessoas, ancestralidade e o acaso da vida.
Mosquito - Quinhão
Focado no samba raiz, o artista se afirma como um dos nomes mais criativos do gênero. Com produção de Pretinho da Serrinha e colaborações de grandes compositores, o trabalho transita pelo partido-alto, samba de breque e outras vertentes, misturando rimas altivas, malandragem e crônica do cotidiano com riqueza instrumental e versatilidade.
Zaina Wox - Zaina Wox {Vol.1}
O álbum de estreia da cantora e compositora explora identidade, desejo, consciência e empoderamento. Com batidas marcantes e fluxo pessoal, o disco combina intimidade e atitude em faixas que apresentam a artista com voz própria e presença forte na cena urbana.
Lupe de Lupe - Amor
Alternando entre fúria e vulnerabilidade, o disco explora relações, fraturas emocionais e afetos possíveis. Com guitarras urgentes, poesia direta e arranjos que oscilam entre o caos e a delicadeza, o álbum reafirma a banda como uma das vozes mais intensas e sensíveis do indie brasileiro.
Atalhos - A Força das Coisas
Inspirado no livro de memórias de Simone de Beauvoir, A Força das Coisas é um álbum constante que transforma reflexões existenciais em canções de atmosfera sonhadora. Entre guitarras etéreas e versos íntimos, o disco atravessa memórias, afetos e a passagem do tempo, criando um retrato musical de delicadeza e profundidade.
Camaleônica - Eletrotropical
O primeiro álbum do duo Camaleônica é um trabalho que funde ritmos afro-brasileiros, samba, rock, ijexá e beats eletrônicos numa música que é ao mesmo tempo ritual, festa e resistência. O disco mescla tradição e inovação, refletindo sobre vida urbana, ancestralidade e celebração com uma sonoridade vibrante e multicultural.
Otis Trio & Carol Cavesso - Elétrica
Encontro pulsante entre jazz contemporâneo e poesia cantada. O álbum combina grooves elétricos, improviso e a voz envolvente de Cavesso para criar um clima cinematográfico, onde ritmo, melodia e palavra se movem com intensidade e precisão.
Papôla - Esperando Sentado, Pagando Pra Ver
Com vontade de viver e dançar, o grupo entrega um retrato espirituoso de uma geração que aprendeu - muitas vezes à força - a rir do próprio caos. Entre guitarras, samples, synths e letras que misturam ironia e afeto, o disco é uma celebração do riso como resistência, do humor como forma de cura e da dança como reencontro coletivo. Leia a entrevista com Papôla aqui.
Mateus Aleluia - Mateus Aleluia
Um mergulho poético na linguagem do amor, ancestralidade e reflexão existencial. Com seis faixas inéditas longas e interligadas, o disco combina espiritualidade, memória e musicalidade profunda, reafirmando a força criativa do artista e sua trajetória como ponte entre tradição afro-brasileira e expressão contemporânea.
Don L - Caro Vapor II - Qual a Forma de Pagamento?
Dando continuidade ao álbum de estreia Caro Vapor / Vida e Veneno de Don L (2013), o artista expande e reinventa a música brasileira a partir do rap. Ao longo de 15 faixas que ultrapassam as fronteiras do gênero, o disco combina crítica social, identidade cultural e experimentação sonora ao refletir sobre questões diárias de extrema importância, como é o caso do capitalismo e o pertencimento.
Bela e o Olmo da Bruxa - Afeto e Outros Esportes de Contato
Afeto e Outros Esportes de Contato é menos um disco no sentido tradicional e mais uma experiência catártica. O álbum não se contenta em oferecer apenas melodias ou arranjos bem resolvidos: ele escancara uma vulnerabilidade quase desconfortável, como se cada faixa fosse um exercício de exposição emocional diante do espelho - e do público.
Orquestra Afro-Brasileira - 80 Anos (Remixes)
Criada em 1942, no Rio de Janeiro, pelo maestro e compositor Abigail Moura, a Orquestra Afro-Brasileira surgiu com a missão de valorizar a memória e a cultura negra no Brasil. Esse ano, o projeto ganhou uma nova dimensão com 80 Anos (Remixes) ao reunir Marcelo D2, Criolo, Pupillo, Emicida, Rael, Cut Chemist, Mexican Institute of Sound, entre outros que reimaginam as composições da orquestra em novas roupagens.
Eduardo Pereira - Canções de Amor ao Vento
O álbum do alagoano Eduardo Pereira é delicado e sensorial que une poesia, afetos e paisagens sonoras nordestinas em composições que sopram memória, desejo e brisa lírica.
Marina Sena - Coisas Naturais
O álbum expande seu pop luminoso com mais textura, presença e vulnerabilidade. Entre balanços suaves e beats precisos, Marina canta sobre desejo, autoconsciência e liberdade, reafirmando seu estilo inconfundível enquanto explora novas camadas de maturidade artística.
Seu Jorge - Baile à la Baiana
Neste novo álbum, Seu Jorge celebra a riqueza da música brasileira ao unir a força da música negra carioca com ritmos vibrantes da Bahia, como chula, black music e samba, criando uma sonoridade alegre, dançante e cheia de energia.
Julia Mestre - Maravilhosamente Bem
Um disco pop brasileiro om influências de baladas dos anos 80, MPB e disco em que a artista explora amor, desejo e nostalgia com uma voz suave e envolvente. O trabalho mescla arranjos sofisticados e referências a ícones como Rita Lee e Marina Lima, consolidando sua identidade criativa em faixas autorais.
Terno Rei - Nenhuma Estrela
O quinto álbum da banda paulistana é um trabalho introspectivo e melancólico em que o grupo amadurece sua sonoridade ao combinar rock alternativo, dream pop e pós-punk com letras sobre autoconhecimento, tempo e desejo. O álbum - marcado por atmosferas densas, arranjos cuidadosos e colaborações - expande a estética emocional da banda em uma fase sólida e reflexiva.
Banana Bipolar - 103
Após dois anos de produção, 103 mistura as diversas referências e estéticas da banda, se tornando uma síntese do início da jornada do grupo. As canções exploram temas comuns da juventude: alegria, nostalgia, amor, amizade, vícios, amadurecimento, revolta, consciência de mundo, e outros infinitos sentimento.
Vovô Bebê - Bad English
As composições são impregnadas de nostalgia dos anos 1990, com influências de rock, pop experimental e referências sonoras diversas. O disco transforma memórias juvenis e linguagem despretensiosa em uma viagem sonora inventiva e cativante.
Zepelim e o Sopro do Cão - Arquibancada Sol
Inspirado na chamada "Geral" dos estádios de futebol - popularmente conhecida como "arquibancada sol" -, o trabalho da banda reflete sobre resistência, coletividade e precariedade, misturando referências do rap, hardcore e punk ao sotaque e às vivências do interior nordestino. Leia a entrevista com a banda aqui.
Vera Fischer Clubber - Veras I
Focado na noite e no desejo, o álbum de estreia do grupo carrega uma sonoridade voltada para pistas e atmosferas festivas com um humor debochado.
Nyron Higor - Nyron Higor
Em 10 faixas que misturam influências da MPB tradicional, ritmos nordestinos e produção contemporânea em uma sonoridade onírica e sensível, o disco navega entre temas de transcendência, alegria, saudade e resistência pessoal, criando uma atmosfera íntima e universal ao mesmo tempo.
Paulo Tó - Cantos da Revolução
Paulo Tó revisita e homenageia canções de intervenção da luta contra a ditadura em Portugal, trazendo versões com arranjos influenciados por ritmos e sonoridades brasileiros. O trabalho une vozes de artistas lusófonos e cria uma ponte cultural e histórica entre Brasil e Portugal, mantendo a força política e a expressão popular das composições originais.
Lorena Moura - Mata-Leão
Mata-Leão (Cavaca Records), debut de Lorena Moura, ganha um novo sentido com carne, sentido melancolia. Com composições de Luca Fustagno, o disco explora desafios cotidianos, relações e emoções em transição, criando uma atmosfera introspectiva e fluida que captura momentos de mudança e intensidade.
MC Cebezinho - A Favela Não Venceu
No novo álbum, MC Cebezzinho mergulha ainda mais fundo na realidade da quebrada, trazendo a intensidade e a sinceridade que marcam sua caminhada. O projeto apresenta uma abordagem agressiva e direta, refletindo sobre desafios, contrastes e a sensação de que, apesar das vitórias individuais, a realidade coletiva da favela segue em luta.
Deekapz - Deekapz fm
O álbum de estreia do duo paulista foi concebido como uma estação de rádio fictícia que sintoniza 14 faixas de eletrônica, funk, R&B, rap e pop, com vinhetas e colaborações de artistas que refletem a pluralidade da música eletrônica e preta brasileira. É uma celebração da cultura de pista e da criatividade sonora contemporânea, conectando ritmos urbanos e diversidade estética num fluxo contínuo de sons originais.
Nigéria Futebol Clube - Entre Quatro Paredes
Depois de shows explosivos, o grupo lança o seu primeiro disco que navega por atmosferas introspectivas e experimentais, mesclando reflexões sociais e paisagens sonoras diversas. Em um papo sincero e divertido, o grupo falou sobre o lançamento do álbum, a história e a importância de estar perto de outras pessoas.
Antonio Neves - De Las Nieves
Criado a partir do violão, o álbum se desenrola como um "filme sonoro". Em 11 faixas instrumentais, o disco narra a trajetória de um personagem latino-americano fictício misturando ritmos latino-americanos e temas evocativos para criar uma narrativa musical envolvente. Leia aqui a entrevista com Antonio.
Pero Manzé - Ave, Exôdo!
O disco de estreia de Pero Manzé mistura influências da música nordestina, psicodelia e vivências pessoais numa travessia sonora que une fé, deslocamento e introspecção, criando uma procissão musical de ritmos e imagens que refletem mudança, memória e identidade.
Trabalho Espaciais Manuais - Ponto de Curva
O primeiro álbum do conjunto nasce de um processo paciente, quase artesanal, em que cada faixa evidencia a precisão e o cuidado que definem o coletivo. Ponto de Curva (Frase Records) resulta da fusão entre a força orgânica que sempre marcou os shows da banda e uma atmosfera mais espacial e experimental desenvolvida em estúdio.
Ebony - KM2
O novo trabalho da Ebony explora sua identidade, vivências periféricas e emoções pessoais com uma sonoridade que mistura rap alternativo com drum and bass, funk, indie e outros elementos. O disco é um olhar íntimo sobre raízes, dores e autodescoberta.
Baco Exu do Blues - Hasos
Com título inspirado na pintura Davi Com a Cabeça de Golias (1610), de Caravaggio, Hasos mergulha em temas de humildade, introspecção e auto-reflexão, usando uma sonoridade que mistura rap, R&B e elementos da música brasileira. Ao longo de suas 18 faixas, o rapper baiano convida o ouvinte a olhar para dentro, confrontando emoções, falhas e contradições pessoais, com participações especiais que enriquecem o projeto.
Y3ll - Entre Samples Roubados & Cerveja Barata
Desde 2016, Daniel Oliveira circula pelo universo do hip hop, lançando raps e experimentações. Após alguns trabalhos, este ano o artista apresentou Entre Samples Roubados & Cerveja Barata (2025), um disco que mistura rap alternativo com ecos de city pop, indie, animes e música brasileira, embalado por versos que refletem sobre capitalismo e trabalho. Saiba mais sobre Y3ll aqui.
Antonio da Rosa - Emocionado
Com uma nova roupagem, Antonio da Rosa transforma seus sentimentos em forma musical. Entre arranjos delicados e letras diretas e poéticas, o artista constrói um retrato íntimo de afetos, memórias e tensões contemporâneas. O resultado é um disco que se move pelo impulso confessional, mas alcança um lugar universal, ou seja, onde emoção e clareza caminham lado a lado.
10 melhores EPs nacionais de 2025

João Camarero - Baden
O violinista homenageia o mestre do violão brasileiro Baden Powell ao reinterpretar cinco de suas composições clássicas com sensibilidade e virtuosismo.
43duo - Sã Verdade
O EP condensa a potência e a inquietação das ideias que movem a dupla, abordando as relações entre a vida em sociedade e a natureza por meio de letras imagéticas.
Janine - Muda
Gravado em home studio entre 2022 e 2024, Muda apresenta a personagem que transforma dor e silêncio em expressão visceral. O projeto explora transição, emoção e afirmação da voz própria em meio a arranjos que misturam suavidade e intensidade.
Clara Bicho - Cores da TV
O EP de estreia de Clara Bicho é um trabalho indie pop/alternativo de 6 faixas que combina sonoridades de pop, rock alternativo e MPB contemporânea. Com letras que transitam entre introspecção e momentos da vida adulta, o disco cria atmosferas delicadas e sensoriais, misturando poesia e melodias cativantes em um som indie com personalidade própria.
Jadsa, Lua Bernardo, Saskia e Xeina Barros - EIN 001
Quatro mulheres, quatro dias, três músicas. Esse foi o desafio proposto para o primeiro EIN – Encontros Instrumentais, série criada pelo Selo Sesc com a premissa de promover encontros musicais inéditos entre artistas da cena instrumental brasileira. Cada faixa traz características das artistas que se dialogam entre si.
Getulho Abelha - Autopsia
Autopsia é um álbum visceral e sem concessões que mergulha nas camadas mais íntimas do ser humano. Com letras cruas, poesia afiada e sonoridade que mistura gêneros musicais, o disco explora fragilidades, contradições e impulsos com honestidade brutal, criando uma experiência intensa e impactante do início ao fim.
Badsista - CUTEBOYZ
O novo EP de Badsista mistura funk, house, psytrance, techno e bass music em batidas intensas e criativas. Concebido como uma jornada de transformação sonora e emocional, o trabalho oferece diferentes formas de sentir e pensar a música de pista.
Pranada - Espanta Hype
Surgido em Minas Gerais, PRANADA vai contra o gênero musical do local por conta da sua sonoridade que é cheia de distorções e ruídos - literalmente espantando o hype. O trabalho conta com três faixas que diz muito sobre a visão da música comercial da dupla. Conheça o duo aqui.
Cumbuca - Cumbuca
As músicas escolhidas para dar vida ao EP são algumas das primeiras composições do grupo, carregando a essência da cumbuca em sua forma mais direta.
Pericles Cavalcante - Compositor
Conhecido por suas trilhas para cinema e teatro, Péricles Cavalcanti reuniu suas melhores composições neste EP, que se destaca pela beleza e leveza.




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