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Após dois anos, o Interpol retornou ao Brasil com três apresentações solo no Sudeste dos álbuns Turn on the Bright Lights  (2002) e Antics  (2004). Com os ingressos esgotados para o primeiro show em São Paulo, o público teve a chance de ver dois espetáculos em uma noite.  Começando o show pontualmente, a banda deu start com “Specialist”. Logo no início, a voz de Paul Banks ficou baixa, consequência do público que cantava junto. Com luzes vermelhas, o primeiro ato de Interpol contou com músicas de Turn on the Bright Lights. Definitivamente não era apenas um show, mas um grande espetáculo aos fãs que esperavam um show solo do grupo há tanto tempo. Na breve interação com a plateia, o vocalista explicou que o show seria dividido em duas partes.  “Roland”, “NYC”, “Say Hello to the Angels” e “Stella was a diver and she always down” foram os hits que animaram a plateia, que estava alucinada com a banda. As luzes vermelhas contribuíram para a atmosfera do álbum de 2002.  Após uma breve pausa - fazendo que o público retorne a gritar o nome da banda para retornar o mais rápido possível -, Interpol retorna ao palco para dar continuidade ao show. Dessa maneira, Antics  se inicia. Em “Next Exit”, “Evil” e “Slow Hands” os fãs dançaram e se emocionaram. Enquanto Banks cantava, Daniel Kessler aproveitava o palco para dançar com os solos de guitarra e interagir com o público. Chris Boome, substituto de Sam Fogarino, não fez feio, assim como Brandon Curtis (teclado) e Brad Turax (baixo) que completaram a banda.  Com pouca interação, Interpol mostrou que não gosta de perder tempo com conversas, pelo contrário, prefere tocar e se divertir com os presentes. Desse modo, o grupo fez um belíssimo show, levando os fãs à loucura e deixando-os sem fôlego.

Impressões: Interpol
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